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sexta-feira, 1 de abril de 2011

As águas de Março

Depois desse mergulho Cheio de luz e solidão Trazendo beleza, e assombro, por não mais aquele encanto nos meus olhos. Choros, e prantos, veêm somado aos risos. Vozes, são só palavras. Pra confundir e ofuscar o brilho, De um homem só!! Sentir, para assim um dia encontrar a sua morada, Na cruz em que encontram-se todos aqueles Levando consigo, as águas de Março, Toda vergonha de ser. No mais limpido brejo eu me rendo, Só enxergando e sentindo o seu poder. Tomando os meus sentidos, e cuidando do tempo Ser, é lindo, quem te conheçe. Também puderá, assim já tão pleno Solto e revolto no Ar Já totalmente tomado por você. E já tão menos eu. Que fui embora com as águas de março. Rá

Um comentário:

Clara Lua disse...

tão belo e profundo ...